quinta-feira, 25 de abril de 2019

Livro: Invencível

Preciso indicar esse livro.... coisa boa quando fazemos uma leitura leve e cheia de testemunhos e exemplos que nos impulsiona a irmos mais longe

Livro: Invencível
Autora: Lisa Bevere 
Editora: Chara Editora
São 254 paginas

Lisa Bevere é autora "Best-seller" pelo New York Times, seus livros anteriores que também indico a vocês são:
A Força de ser Mulher
O Despertar da Leoa
Mulheres com Espadas
Sem Rivais

O Invencível fala de "verdade" de "inabalável", são 11 capítulos com temas e testemunhos que vão despertar vocês.

Nunca ignore o dom que está sobre a sua vida!
Somos um diamante!
Somos inabaláveis!!!!

Boa leitura
Espero que gostem

Bjkssss...........Graça e Paz!!!!


segunda-feira, 22 de abril de 2019

Filme: Um Pequeno Favor

Oláaaa....

Quero dar uma dica de um filme muito legal.

Filme: Um Pequeno Favor
Lançado em 27 de Setembro de 2018
Direção: Paul Feigh
Elenco: Anna Kendrick (A Escolha Perfeita), Blake Lively (Gossip Girl), Henry Golding (The Gentlemen) e muito mais.....
Gênero: Suspense policial
Duração: 1 hora e 57 minutos

Não recomendado para menores de 16 anos

Imagem relacionada

O filme conta sobre Stephanie, uma mãe solitária e youtuber que se torna amiga de Emily uma mulher poderosa e misteriosa....prende você do inicio ao fim e nem toda amizade é o que parece.... não vou dar spoiller.

Você verá amizade, manipulação, transtorno anti-social, etc.

Espero que gostem .....  Bjksssssss


quinta-feira, 18 de abril de 2019

Unidade da Igreja ????

Vamos falar um pouco sobre igreja?
Sobre unidade?

Autorizo a cópia e a utilização como referência deste texto...
arquivo pessoal


* O que é unidade?
Unidade é uma ação coletiva com um único objetivo: integração. 
Unidade não significa que todos serão iguais.
Unidade significa que cada um abre mão do seu “pensamento próprio” para caminhar junto na mesma visão, no mesmo propósito, para o cumprimento de metas estabelecidas pela liderança.

* Unidade é um assunto sério?
É sim, tão importante para Deus, que Jesus antes de ser crucificado passou um longo tempo ministrando e intercedendo por seus discípulos e por nós, para que pudéssemos aprender e receber o espírito da unidade, nos tornando um só com Cristo e com os outros. 
Jesus disse que o mundo só o conheceria se visse essa unidade em nós. João 17:21-23
E em Gênesis 11:1-9 vemos que a unidade atrai a atenção de Deus e quando um povo se une e trabalha em unidade nada se torna impossível.

* Por que as pessoas não querem ou deixam de andar em unidade?
 Te dou 4 motivos óbvios, coloquei até em ordem alfabética.....
1 - Auto-pastoreamento: não se deixam ser ensinadas, conduzidas, pastoreadas, corrigidas, caminhar junto então nem pensar e não tem aliança com igreja nenhuma. 
Ao se sentirem confrontadas diz que Deus mostrou que "o tempo dela naquele lugar acabou".
Judas v.12 diz que essas pessoas que se auto-pastoreiam, ou seja, que são pastores de si próprias e não se submetem a pastores e líderes espirituais, são iguais a “nuvem sem água” e “árvores sem raízes”, são estéreis.

2 - Competitividade: querem sempre estar “certas” e serem “melhores” que os outros ou que seus líderes, são "arrogantes, presunçosas" e seu comportamento faz com que as pessoas, inconscientemente, se afastem delas, não as deixam de amar, mas o convívio com alguém que necessita "estar certo sempre" não é fácil. 

3 - Egocentrismo: porque acham que sua opinião ou seu jeito de fazer é melhor do que o de seu líder ou se sua opinião não é aceita, outras não servem, quero dizer que o egocêntrico não consegue trabalhar em grupo, pois se "não for do jeito dele" nada está certo ou tudo dará errado, faz bico (tenho ranço de meninice) e começam a puxar as coisas para trás. Eles sentem necessidade em serem o centro de tudo, precisam ser vistos e ouvidos, diferente do competitivo que quer ser melhor, o egocêntrico tem certeza que é melhor.

4 - Opressão: existe um espírito maligno atuando em algumas vidas, é um legado de orfandade, é quando as pessoas não tiveram a figura paterna presente na infância. 
Em outros casos trata-se de um “espírito de bode” mesmo, que gera pessoas solitárias, que não sabem conviver com outras pessoas mas para todos esses casos é possível a cura e a libertação em Cristo Jesus.

Unidade gera força?
Essa te respondo com capítulos e versículos....
– Porque Deus habita no meio da unidade - Mateus 18:19-20
– Porque um ajuda ao outro - Eclesiastes 4:9-12
– Porque um lugar com unidade estimula e encoraja - I Coríntios 1:10 
Um lugar onde todos falam a mesma língua e têm a mesma visão gera credibilidade e confiança para as pessoas que chegam nesse ambiente, mesmo que seus pensamentos, cultura e comportamento sejam diferentes, eles almejam um único objetivo. 
Já um local em que as pessoas criticam umas as outras, expõem e criticam seus líderes e uns aos outros, gera desconfiança em quem chega.
Satanás tem todo interesse em afastar as pessoas do corpo, pois ao afastar uma pessoa da unidade, ela fica mais vulnerável e se torna alvo fácil. Hebreus 10:24-25

* Onde precisamos ter unidade?
1 - Casamento e na família - A esposa precisa se unir ao seu marido, encorajando-o no necessário, ajudando-o nas decisões e assim viverem em concordância. Quando existe concordância dentro do lar, tudo se torna possível, principalmente se estiver em linha com Deus, Andarão 2 juntos se não estiverem de acordo?
Os filhos precisam estar em concordância e obediência aos pais, seguindo seus ensinamentos, e isto é o segredo para a vida em abundância. É o princípio da unidade que Jesus disse em Mateus 18:19, quando dois concordarem na terra em oração, será concordado no céu e concedido por Deus Pai.

2 - Você e Deus - estar em convergência com seu propósito no Reino, assim poderá contribuir com a unidade da igreja, da família, do trabalho. 
Se formos um com Ele, o Seu reino estará em primeiro lugar na nossa vida e não teremos dificuldade de viver e praticar a Sua Palavra, de ser fiel, de fugir do pecado, de ser submisso a liderança.

3 - Visão da Igreja - Unidade entre os irmãos em Cristo, não é apenas estar junto em um culto, ou conviver na igreja, na família ou trabalho.
Não podemos levantar altares individuais pra fazer só a nossa vontade lembrando que altar é divino e torre é humana. 
Não existe unidade independente, em Cristo precisamos ter aliança.

4 - Entre irmãos - união no propósito, na linguagem, na visão, no sonho e na missão.
O resultado disso é crescimento e prosperidade em todas as áreas. 
Esta unidade com o grupo forma uma equipe, isto é, um grupo de pessoas que interagem e trabalham para um único objetivo.

5 - Palavra - a Bíblia nos orienta a fazermos tudo como se estivéssemos fazendo para Deus, por isso devemos ser excelentes em tudo. A palavra de Deus também diz que o servo (trabalhador) deve honrar seu senhor (empregador) e que o senhor deve tratar o servo com dignidade, como seu irmão. Colossenses 3:23 e Efésios 6:5-9

Bora crescer ???

Bjkssss............    Graça e Paz!!!!!

Teoria da Pulsão e Libido

Oláaaaa passei dias sem postar pois estava enroladíssima, admito que é má administração do meu tempo...mas tomando as rédeas novamente, eis-me aqui!!!
Postando hoje um trabalho curto sobre a "Teoria da Pulsão e Libido", autorizo copias ou referencias ao mesmo...as imagens peguei na WEB e só postei para não ficar só a escrita, porém não as utilizei na entrega do trabalho.

INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem por objetivo comunicar algumas considerações sobre Teoria da Pulsão e Libido. Rastrear, na obra freudiana, o conceito de "Trieb" que é geralmente traduzido como "pulsão" ou "instinto", desfazendo alguns equívocos frequentes e explorando suas articulações teóricas e também o conceito de Libido em Freud, propondo uma descontinuidade com o conceito de libido apresentado por Lacan.
Resultado de imagem para pulsao e libido
 1.     Pulsão
Em 1905, na primeira edição dos Três ensaios sobre a Teoria da Sexualidade, que encontramos pela primeira vez a palavra “Pulsão” na obra de Sigmund Freud, a respeito de uma teoria sobre a sexualidade humana, no caso, a Pulsão Sexual.
A Pulsão é definida como representante psíquico de estimulações constantes de fonte endógena, se tratando, portanto, de um conceito limítrofe entre o psíquico e o somático.
Neste texto, Freud introduz a noção de pulsões parciais ligadas a zonas erógenas determinadas, cuja soma constitui a base da sexualidade infantil e quando chegar a puberdade não significará o abandono das mesmas. Essas pulsões parciais funcionam na infância através de atividades parcelares e no adulto através dos prazeres preliminares e perversões. Na puberdade, a sexualidade encontra certa organização, as pulsões parciais ainda se encontram ativas, mesmo que sob a primazia dos genitais ou sob o destino do recalque. Neste mesmo texto, outro ponto importante foi a plasticidade conferida à pulsão, de forma que seu objetivo e finalidade são o que ela tem de mais variável, apesar de não poder dispensar eles.
Em 1910, no texto A Concepção Psicanalítica da Perturbação Psicogênica da Visão, Freud expõe seu primeiro dualismo funcional, com a introdução do conceito de Pulsão do Eu. O conflito psíquico se faria entra a Pulsão Sexual, a serviço da sexualidade e a Pulsão do Eu, a serviço da conservação do individuo. A Pulsão do Eu participaria da defesa contra a invasão do Eu pela Pulsão Sexual.
Em 1911, no texto de Formulações sobre os dois princípios do Funcionamento Psíquico, Freud detalha mais o conflito psíquico, submetendo a pulsão sexual ao domínio do principio do prazer e a pulsão do eu ao domínio do principio da realidade.
Em 1914, no texto de Sobre o Narcisismo, uma introdução veio subverter o primeiro dualismo pulsional, sem apresentar um segundo, com a ideia de que o eu é um objeto a ser investido pela pulsão sexual. Em uma nova redistribuição da pulsão sexual encontramos a libido do eu, que é a pulsão sexual investida no eu, e a libido objetal, que é a pulsão sexual investida em objetos externos, muito embora a pulsão do eu não tenha sido descartada da teoria freudiana e ainda pudesse se opor a pulsão sexual, mas tarde, em 1923, depois do estabelecimento do novo dualismo pulsional.
Em 1915, em Pulsões e suas Vicissitudes, Freud resgata o conceito de pulsão relacionado a diferenciação entre estímulos externos e estímulos internos, presentes no Projeto para uma Psicologia Cientifica de 1895, quando estímulos externos se apresentam ao aparelho neuronal, este utiliza mecanismos de fuga no sentido de livrar da estimulação. No caso dos estímulos internos, a fuga não é possível, o cessar de sua estimulação só pode ser obtido de outra forma, para isso, é necessária uma ação especifica que promova uma alteração da fonte interna da estimulação. Os estímulos internos exigem do sistema nervoso muito mais do que os estímulos externos, é só tem sua fonte interna de estimulação satisfeita através de atividades complexas e interligadas, através das quais o mundo externo é modificado para promover a satisfação. Neste mesmo texto, Freud reintroduz os elementos acerca do funcionamento da pulsão que haviam sido indicados nos três ensaios:
·       Fonte (Quelle) – processo somático que ocorre em um órgão ou parte do corpo, mas só chegamos a conhecê-lo através das funcionalidades pulsionais. Uma pulsão não pode ser destruída nem inibida, uma vez tendo surgido, ela tende de forma coerciva para a satisfação. Aquilo sobre o qual vai incidir a defesa é sobre os representantes psíquicos da pulsão;

·       Finalidade (Ziel) – a finalidade da pulsão é sempre a satisfação, e só pode ser alcançada através da eliminação do estado de estimulação, conseguida por um caminho direto ou através de varias finalidades mais próximas ou intermediarias que se combinam e se intercambiam umas as outras, no sentido de chegar a finalidade última. A satisfação é definida como a redução da tensão provocada pela pressão, as pulsões podem ser inibidas em sua finalidade, mas mesmo nesses mecanismos há uma satisfação substitutiva, parcial;
·       Objeto (Objekt) – é através de um objeto que a pulsão consegue alcançar sua finalidade. É o que existe de mais variável em uma pulsão.
Ele acrescenta mais um elemento:
·       Pressão (Drang) – é uma pressão constante e é a própria essência da pulsão. Ela é seu fator motor, sua quantidade de força que se configura em uma exigência de trabalho ao psiquismo.
Para Freud toda pulsão é ativa e a pressão é a própria atividade da pulsão, só pode falar em passividade pulsional quando referido a finalidade.
Ainda em 1915, em texto de O Inconsciente, Freud fala que se a antítese entre consciente e inconsciente não se aplica às pulsões; se a pulsão não se prendeu a uma ideia ou não se manifestou como um estado afetivo, nada poderemos saber sobre ela. A pulsão nunca se dá por si mesma, nem a nível consciente, nem a nível inconsciente; ela só é conhecida pelos seus representantes: o Representante Ideativo e o Afeto.
O afeto é a expressão qualitativa da quantidade de energia pulsional. Afetos correspondem a processos de descarga, cujas manifestações finais são percebidas como sentimentos. Os destinos do afeto e do representante ideativo são diferentes. Os afetos não podem ser recalcados. Portanto não se pode falar em afeto inconsciente; os afetos são sentidos a nível consciente, embora não possamos determinar a origem do afeto ao sentir suas manifestações.
    Os representantes ideativos são catexias, basicamente de traços de memória.
Os destinos dos representantes ideativos são: reversão ao seu oposto, retorno em direção ao próprio eu, recalcamento, sublimação. Os destinos do afeto: transformação do afeto (obsessões) deslocamento do afeto (histeria de conversão), troca do afeto (neurose de angústia e melancolia).
A reversão da pulsão em seu oposto transforma-se em dois processos diferentes: uma mudança da atividade para a passividade e uma reversão do seu conteúdo. Do primeiro temos o exemplo do sadismo e do masoquismo. A reversão afeta apenas a finalidade da pulsão (amor transforma-se em ódio, por exemplo).
As vicissitudes pulsionais que consistem no fato de a pulsão retornar em direção ao próprio ego do sujeito e sofrer reversão da atividade para a passividade, se acham na dependência da organização narcisista do ego e trazem o cunho dessa fase.
O afeto não pode ser recalcado, isto é, não pertence ao sistema inconsciente, mas ele sofre as vicissitudes do recalque: o afeto pode permanecer; ser transformado (principalmente em angústia); ou é suprimido. Suprimir o desenvolvimento do afeto constitui a verdadeira finalidade do recalque e que seu trabalho ficará incompleto se essa finalidade não for alcançada. O controle do consciente sobre a capacidade dos seres vivos de se moverem de forma voluntária se acha firmemente enraizada, suporta regularmente a investida da neurose e só cessa na psicose. O controle do consciente sobre o desenvolvimento dos afetos é menos seguro.
O recalcamento provoca uma ruptura entre o afeto e a ideia a qual ele pertence, e cada um deles passam por vicissitudes diversas. O afeto não se apresenta até que o irromper de uma nova apresentação do sistema consciente tenha sido alcançada com êxito.
Em 1916, Freud define pulsão como sendo um conceito situado na fronteira entre o mental e o somático, como representante psíquico dos estímulos que se originam dentro do corpo e alcança a mente, como uma medida da exigência feita à mente no sentido de trabalhar em consequência de sua ligação com o corpo. Freud diz que não existe um caminho natural para a sexualidade humana, não existe uma maneira única de satisfazer ao desejo, o que dá ao ser humano a sina de estar sempre insatisfeito frente a este. É em nome destes desvios que ele fala em Pulsão Sexual e não em Instinto, que é um padrão de comportamento, hereditariamente fixado e que possui um objeto especifico, enquanto a Pulsão Sexual não implica em comportamento pré-formado e nem em objeto especifico.
Em 1920, Freud assume em Dois verbetes de enciclopédia: (A) Psicanálise, (B) Teoria da Libido que suas teorias das pulsões havia, nesta época, caído em uma perspectiva monista, isto é, um único domínio, se aproximando da libido de Jung que tanto criticara. Encontramos também, a ideia do refluxo da libido, que coloca que o aumento da libido objetal significa a diminuição da libido do eu e vice-versa.
Em 1998, Lacan diz que: A pulsão, tal como é construída por Freud a partir da experiência do inconsciente, proíbe ao pensamento psicologizante esse recurso ao instinto com ele mascara sua ignorância, através de uma suposição de uma moral na natureza. (Lacan, 1998, pág.865).
Em 2005, Garcia-Roza (2005) diz ser a pulsão o instinto que se desnaturalizou, que se desvia de suas fontes e de seus objetos específicos; ela é o efeito marginal desse apoio-desvio. A pulsão se apoia no instinto, mas não se reduz a ele. Zimerman, (1999) diz que o apoio marca não a continuidade entre o instinto e a pulsão, mas a descontinuidade entre ambos, transformando o somático em psíquico, com as respectivas sensações das experiências emocionais primitivas, o indivíduo vai construindo o seu mundo interno de representações.
 2 – Aparelho Psíquico, Primeira Concepção
Freud, em sua primeira concepção do aparelho psíquico, do ponto de vista econômico, como governado pelo principio do prazer, que por sua vez decorre do principio da constância. O aparelho psíquico trabalharia no sentido de manter a quantidade de excitação nele presente tão baixa quanto possível, segundo este principio, de maneira que uma diminuição de excitação corresponderia a uma sensação de prazer e um aumento, ao desprazer (FREUD, 1920, págs. 17-19)
Na experiência clinica, essa visão revelou-se insatisfatória diante da descoberta de fenômenos como a: ambivalência, o masoquismo e a compulsão a repetição, na qual o sujeito repete uma situação traumática, seja em sonhos ou uma atuação ou de outras formas. A compulsão a repetição apresentou-se como um paradoxo, uma vez que, se a tendência do aparelho psíquico era o alivio das tensões no sentido de se evitar o desprazer, o acontecimento traumático deveria ser esquecido, e não repetido (FREUD, 1920, págs. 23-29 e 31-37).
Em vista disso, Freud postula a existência de uma tendência inerente ao organismo vivo a reconduzi-lo a um estado anterior de coisas, ou melhor, faze-lo retornar ao estado original das coisas que é o estado inanimado, uma vez que a vida compareceu como um elemento perturbador externo e esse estado inicial (FREUD, 1920, Págs. 53-54).
Esse impulso será denominado Pulsão de Morte e através dele Freud ira elaborar sua ultima teoria das pulsões, ao mesmo tempo em que introduz a segunda tópica do aparelho psíquico. Nesta nova teoria, a oposição não mais se dará entre pulsões sexuais, a serviço do prazer e pulsões do ego, de caráter auto conservativo, mas entre Pulsão de Morte e Pulsão de Vida (FREUD, 1920, pág. 73).
Estas últimas se contraporiam às de Morte, fazendo com que as unidades vitais mantenham-se em funcionamento e constituam unidades cada vez mais complexas e evoluídas, de modo a criar caminhos cada vez mais afastados ou desviados do objetivo final da Pulsão de Morte, que é o retorno ao inorgânico. A Pulsão de Vida impeliria o organismo em direção à formas cada vez mais diferenciadas, tendo um caráter unificador e de natureza sexual. A Pulsão de Morte, pelo contrario, impele o organismo no sentido de uma descarga imediata, que resultaria, em ultima instancia, no esforço mais fundamental inerente à toda substancia viva que é o retorno ao estado inanimado, com a eliminação de toda tensão existente (FREUD, 1920, págs. 53-61 e 83-85).
 3 - Economia das Pulsões
Do ponto de vista econômico, as manifestações das pulsões sexuais são ligadas à existência de uma força de uma energia especifica chamada libido.
Em 1999, Zimerman diz que a catexia, que é o investimento de energia pulsional, alude ao fato de que certa quantidade de energia psíquica esteja ligada a um objeto, tanto externo como a seu representante interno, numa tentativa de reencontrar as experiências de satisfação que lhe estejam correlacionadas.
Depois da experiência de satisfação, a representação do objeto satisfatório, fortemente investida, orientara o sujeito para a busca do mesmo objeto. O termo objeto pode designar tanto o objeto da pulsão quanto o objeto de amor do sujeito.
O objeto do investimento pulsional pode ser o próprio sujeito, que é o caso do narcisismo.
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4 – Libido
Freud também acreditava que a libido amadurecia nos indivíduos por meio da troca de seu objeto ou objetivo. Argumentava que os humanos nascem "polimorficamente perversos", no sentido de que uma grande variedade de objetos possam ser uma fonte de prazer, sem ter a pretensão de se chegar à finalidade última, ou seja, o ato sexual.
O desenvolvimento psicossexual ocorreria em etapas ou fases, de acordo com a área na qual a libido está mais concentrada:
·       Fase Oral - exemplificada pelo prazer dos bebês ao chupar a chupeta, que não tem nenhuma função vital, mas apenas de proporcionar prazer;
·       Fase anal - exemplificada pelo prazer das crianças ao controlar sua defecação;
·       Fase Fálica - que é demonstrada pela manipulação dos órgãos genitais.
Até então se percebe que a libido é voltada para o próprio ego, ou seja, a criança sente prazer consigo mesma. O primeiro investimento objetal da libido, segundo Freud, ocorreria no progenitor do sexo oposto, esta fase caracterizada pelo investimento libidinal em um dos progenitores se chama Complexo de Édipo, onde a criança percebe então que entre ela e a mãe, no caso de um menino, existe o pai, impedindo a comunhão por ele desejada. A criança passa então a amar a mãe e a experimentar um sentimento antagônico de amor e ódio com relação ao pai. Ela percebe então que tanto o amor vivido com a mãe como o ódio vivido com o pai são proibidos e o Complexo de Édipo é então finalizado com o surgimento do superego, com a desistência da criança com relação à mãe e com a identificação do menino com o pai.
O termo libido aparece pela primeira vez em Freud no Rascunho E de sua correspondência com Fliess, ele discute nesta correspondência a questão da neurose de angustia ligada à transformação da tensão sexual acumulada em angústia, devido ao fracasso da descarga pelas vias psíquicas, ele diz: "... a tensão sexual física aumenta a certo nível e desperta a libido psíquica". Aqui a libido é tomada enquanto quantidade, podendo ser suficiente ou insuficiente, entretanto, ela já é claramente definida como psíquica.
Em 1915, no capítulo Teoria da libido, texto escrito após a Introdução ao Narcisismo e publicado nos Três ensaios da Sexualidade, Freud define libido como "força quantitativamente variável que poderia servir de medida do processo e das transformações que ocorrem no campo da excitação sexual". Seria uma energia especial que se deve supor subjacente aos processos mentais em geral. Diz Freud que ao fazer a distinção entre energia libidinal e outras formas de energia psíquica, expressa a diferença entre processo sexual do organismo e processo nutritivo.
Em 1920, em Além do Princípio do Prazer, Freud amplia o conceito de libido pela via do mito, Eros, e pela biologia, libido das células individuais. Libido está, neste momento, estritamente ligado à necessidade de manter a dualidade pulsional, assim como manter o conceito de compulsão à repetição, sobre a qual postula a pulsão de morte. Para falar de compulsão à repetição, supõe que todo organismo vivo está determinado historicamente para voltar a um estado anterior das coisas e aí, ele pode falar em pulsão de morte desde a origem. No entanto, a pulsão sexual o que claramente visaria.
 Algumas considerações sobre o conceito de libido em Freud e Lacan é a conjunção entre duas células germinais diferentes; então, onde estaria a repetição?
Isto colocaria por terra a pulsão sexual desde a origem, caindo no monismo pulsional. Então Freud postula, através de estudos da biologia, partindo primeiro da Teoria de Weissman, que divide o organismo entre soma (mortal) e célula germinal (imortal), que nas células individuais haveria pulsão de morte e pulsão de vida. A libido existente nestas células teria a função de se ligar a outra, tomar outra célula como seu objeto, o que parcialmente neutralizaria a pulsão de morte, mas existiriam também as células germinais, que são as de reprodução, que se reservariam desta função, mantendo a sua libido, libido narcísica para outra função. Teríamos então aqui, tanto a libido do objeto como a libido narcísica atuando nas células. Ficando ainda para Freud explicar, a questão da repetição da pulsão sexual, que só poderia provar supondo a origem do sexual, como uma força para unir. Recorre então, ao mito de Eros de Platão, dizendo em 1921, na Psicologia das massas: "Em sua função, origem e relação com o amor sexual, o Eros do filósofo Platão, coincide exatamente com a força amorosa, a libido da psicanálise." O mito de Aristófanes, em que um ser original haveria sido dividido em duas partes, desejando sempre se reunir a outra parte, possibilita que Freud possa colocar a compulsão à repetir em Eros e mais ainda, traz em sua estrutura intrínseca a questão da divisão do sujeito.
Em 1921, Freud define libido dizendo: "Libido é uma expressão extraída da Teoria das Emoções”. Damos este nome à energia considerada como uma magnitude quantitativa, daquelas pulsões que tem a ver com tudo o que pode ser abrangido sob a palavra "amor".
Em 1923, em O Eu e o Isso diz: "Dificilmente se pode duvidar que o princípio do prazer serve ao Id como bússola em sua luta contra a libido - a força que introduz distúrbios no processo de vida".
Daí podemos extrair, que a libido, ao mesmo tempo em que vem de uma força para reunir, ligar (Eros) é por isto mesmo quem traz desordem, ao se ligar a outro diferente, o que impossibilita um nível de tensão igual a zero, que é a busca da pulsão de morte.
Neste percurso teórico da obra de Freud sobre a libido, podemos destacar que libido:
·       É energia;
·       Visa satisfação;
·       É móvel, quer dizer, investe e desinveste objeto, se desloca;
·       É psíquica, investe necessariamente nas representações do objeto ou objetivo;
·       Não se confunde com Eros, é a energia de Eros;
·       Tem a evolução de sua teoria concomitante com a evolução da teoria das pulsões;
·       Tem sua imagem como uma ameba com seus pseudópodes.
A partir deste trabalho sobre a libido em Freud, surgiu a questão: em Lacan, como o conceito de libido é tomado?
Percorrendo o texto Posição do Inconsciente e o Seminário 11, de 1963 e 1964, vemos que:
·       Freud fala de energia;
·       Lacan fala em superfície organizando o campo de forças;
·       Freud dá a imagem de uma ameba com seus pseudópedes (são estruturas citoplasmáticas encontradas em alguns eucarióticos, por exemplo em Amoebozoas)
·       Lacan a imagem de um órgão;
·       Freud traz o mito de Aristófanes para falar sobre a origem da libido;
·       Lacan constrói o mito do ovo.  

5 - Algumas considerações sobre o Conceito de Libido em Freud e Lacan
Houve uma descontinuidade entre o conceito de libido em Freud e Lacan, propiciado pelo desenvolvimento da física, ou seja, pelo corte entre a física clássica e a física moderna.
O princípio da relatividade de Einstein trouxe importantes implicações na evolução do conceito de campo. A noção de campo devida a Newton diz que são os corpos, as partículas materiais e não o campo que tem realidade física. As ideias relativistas tendem a desvincular os campos das partículas, dando-lhes existência real.
A visão clássica, mecanicista do mundo, baseava-se no conceito de partículas sólidas e indestrutíveis deslocando-se no vazio.
A física moderna trouxe à tona uma revisão radical dessa representação, levando não apenas a uma noção inteiramente inédita do que sejam partículas, mas transformando o conceito clássico de vazio. Nas teorias quânticas de campo a distinção entre partículas e o espaço circunvizinho perde a nitidez original e o vazio passa a ser reconhecido como uma quantidade dinâmica.
Lacan toma então, a teoria eletromagnética, que foi a primeira teoria física formulada de acordo com o princípio da relatividade e mais especificamente o teorema de Stokes que diz que o fluxo que provém, da superfície é rotacional, é constante e é igual a da borda fechada em que se apoia.
Isto permite a ele dizer em Posição do Inconsciente que: "A imagem que nos dá a libido pelo que ela é, ou seja, um órgão, ao qual seus costumes a aparentam bem mais do que a um campo de forças. Digamos que é como superfície, que ela ordena este campo de forças". “O Teorema dito de Stokes nos permitiria situar na condição que essa superfície se apoia sobre uma borda fechada, que é a zona erógena, a razão da constância, da urgência do impulso sobre a qual Freud insiste tanto”.
 Diz também no Seminário 11: "A libido não é algo de fugaz, de fluído, ela não se reparte, nem se acumula, como um magnetismo, nos centros de focalização que lhe oferece o sujeito, a libido deve ser concebida como um órgão, nos dois sentidos do termo, órgão-parte do organismo e órgão instrumento", ou seja, a imagem que nos dá Lacan da libido é de um órgão-parte do organismo, na medida em que ela vem se inserir em um dos orifícios do corpo, no buraco cuja borda é a zona erógena e ao mesmo tempo como órgão instrumento, enquanto superfície de movimento rotacional que introduz o limite do ser do organismo, fazendo seu recorte.
A ideia de superfície e rotacional, enquanto em Freud, a libido com a imagem de uma ameba em relação com seus pseudópodes, dá uma ideia de movimento linear de ida e volta, de investimento e retirada de investimento. Sustentado nesta física, Lacan utiliza outro mito para falar da origem da libido, na medida em que o mito de Aristófanes acentua a divisão e Lacan já tem uma física que propicia a ele falar de algo que se produz quando da divisão. Ele fala então, do fantasma que surge pelo mesmo lugar que nasce o homem, um fantasma de forma infinitamente mais primária de vida.
Ele considera um ovo no ventre vivíparo, sem casca e que cada vez que se rompem, as membranas, é uma parte do ovo que é ferido, mas estas membranas devem perfuradas para que o ser fecundado nasça. Ao quebrar o ovo se faz o Homem, mas também a homelete (com H).  Esta Homelete teria como característica ser ultra-achatada, de difícil destruição, imortal por ser cissípara e guiada pelo puro instinto de vida.
Lacan, assim como Freud, utiliza o exemplo da biologia em nível das células para marcar a relação da libido, do sexual, com a morte. Enquanto Freud acentua neste exemplo o caráter de aglutinação, de reunião das células individuais. Lacan acentua a redução cromossômica que se processa na reprodução das células germinais. Freud diz que no exercício dessa função de reunião, algumas células tem que morrer e Lacan que "a libido marca a relação na qual o sujeito toma parte da sexualidade, com sua morte".
Então, pelo desenvolvimento da física, Lacan pode tomara libido com ligação com aquilo que falta, a perda, tornando-a como órgão irreal, precedendo e condicionando o subjetivo, por estar em contato direto com o real. Lacan tinha a possibilidade da Física moderna que fala de um vácuo físico, como é denominado na teoria de campo, que não é um estado de um simples nada, mas contém a potencialidade para todas as formas do mundo das partículas, enquanto Freud, apesar da perda já estar colocada em alguns pontos, tem a física falando de partículas e da força entre essas partículas. O que ele tem para acentuar, é a divisão, e desta divisão trazer a libido para a psicanálise.

CONCLUSÃO - Na obra de Freud, existem duas teorias sobre as pulsões. Um dos pontos importantes deste trabalho é mostrar que cada uma dessas teorias utiliza um conceito diferente de pulsão. O que muda não é apenas a concepção sobre quais são as pulsões fundamentais mas também se altera a própria concepção do que é uma pulsão. Outro ponto importante é que a segunda teoria não substitui inteiramente a primeira, mas a engloba, com algumas alterações. Isto também é fonte de confusão, pois, a partir de 1920, o mesmo termo pode ser empregado em sentidos diferentes, segundo o contexto.
Sobre libido, imaginamos o termo ligado apenas na sexualidade. Com este estudo vi que libido é muito mais abrangente e constitui toda experiência de prazer, seja para nos relacionar com as pessoas, com nosso trabalho e com tudo que nos cerca. Fazemos tudo melhor, com mais energia, quando temos prazer no que estamos fazendo.

BIBLIOGRAFIA

FREUD, S. – Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completa de Sigmund Freud – Rio de Janeiro, Imago, 1996
- Projeto para uma Psicologia Cientifica, 1890
- Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade, 1905
- Sobre o Narcisismo: uma introdução, 1914
- Pulsões e suas Vicissitudes, 1915
- Além do Principio do prazer, 1920
- O Ego e o Id, 1923
FREUD, S. 1915 – O Inconsciente – Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas, Vol. XIV – Rio de Janeiro, Imago, 1996
LACAN, Jacques Marie-Emílie – Escritos – Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editora, 1998.
ROZA, Luiz Alfredo Garcia – Freud e o Inconsciente – Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editora, 2005
ZIMERMAN, David E. – Fundamentos Psicanalíticos: teoria, técnica e clínica – Porto Alegre, Artmed, 1999
Algumas Considerações sobre o conceito de libido em Freud e Lacan - LETRA FREUDIANA -Ano XI – nº 10/11/12 págs. 272-275
FREUD. S. - Correspondência à Fliess – Rascunho E, vol. I. - Ed. Standard Brasileira, 1976.
https://psicologado.com/abordagens/psicanálise/introducao-ao-conceito-de-pulsao



Psicanalista Clínica Mariza Pizzi - CRPC/RJ 396/2018



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Palestra: Liderança Executiva com Junior Cabral - 18/03/2019

Olá... tenho uma ótima novidade.

Estamos preparando pra você mais uma noite de aprendizado e informações, quem esteve no workshop na Conferencia Soberana Vocação (17 e 18/12/18 no Centro de Convenções Granja Brasil), sabe que, Junior Cabral, ministrou uma palestra que impactou os presentes, enfim, ele estará de volta no dia 18 de Março as 19:30h!


Agora...quem é Junior Cabral?
Júnior Cabral é casado com Slenia Lizandra pai de dois filhos, Athos Baruk e Anthony Baruk, natural de Anápolis Goiás. 
Possui graduação bacharelado em Teologia
Pós-graduado em Docência do Ensino Superior, técnico-especializado em edificações com ênfase em construção civil.
Formado em liderança pelo Instituto Lidere de John Maxwell. 
É Pastor da Comunidade das Nações.
É escritor.
Mentor empresarial com ênfase em formação de líderes.
Diretor e CEO da VS Consultoria. 
Possui diversos cursos livres na área de empreendedorismo e nessa área tem mentoriado empresários com case de sucesso. 
Sua expertise é em mentoriamento empresarial e desenvolvimento de pessoas.

Se animou?
Pois é, não perde essa oportunidade você que já é ou quer se tornar um empreendedor de sucesso.


Investimento:
R$ 30,00.

Como reservar sua vaga que é limitada?
Loja Itaipava Cartuchos
Estrada União Industria 10711 - Itaipava
Referência: em frente ao Shopping Estação Itaipava

ou

CECRIN
Estrada União Industria 7.285 - Nogueira
Referência: ao lado da entrada do Cond. La Villette

Aceitamos cartão de crédito - Até lá.....

Bjks... Graça e Paz e bons negócios...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Filhos do Brasil - Vila Rica 17/02/19

Estou atrasada com este post, para agradecer o sucesso que foi nossa Ação Social "Missão Filhos do Brasil"
 A ideia já vinha no nosso coração há algum tempo e floresceu neste dia 17/02/19

A imagem pode conter: texto

Atendemos cerca de 250 pessoas e já aproveito para agradecer aos profissionais que se voluntariaram nesta empreitada e deixar o contato deles:

Advogada - Drª Elaine Mazzaro - Brasília - DF (Obrigada pela sua presença e apoio ao evento)

Barbeiros - Paulo Renato - 99254-2665
                  Wallace Pinho - 99234-7606
                  Ambos da Barber Shop Lord's - Estrada União e Industria 8180 - Bonsucesso
                  * João Vitor, Rony Teixeira e Junior Moreno - 98818-5603
                     Salão Fluminense - Ed. Municipal

Cabeleireira - Francisca Barros - 99844-4462

Enfermagem - Marcele Teixeira e Alzira da "Labest Escola Técnica" 
                      Rua Monsenhor Bacelar 386 - Centro 
                      Telefone: 2242-0770

Estética - Jéssica Alves (Sobrancelha)
               Débora Carlota

Massoterapia - Débora Carlota - Salão Prisma
                       Rua Prudente Aguiar 38, Ed.Vitrine - Sala 128
                       Telefone 98812-6456
                       * Luzia Gomes - 99234-3025

Psicanalise - Juliana Constantino - 99997-8851
                    Mariza Pizzi - 98805-2332

Recursos Humanos - Amanda Pinho - 99223-5924

Os voluntários CECRIN que ficaram:

Coordenação: Prª Mariza Pizzi e Pr Adilson Luiz

Apoio: Alex Guerra, Adriana Guerra, Gabriel, Heitor Uber (99307-3790), Lucas Zainotte, Letícia Zainote, Larissa Machado, Jhenifer Oliveira, Saulo Neves, Carolina Almeida, Augusto Carvalho, Lucélia Pereira, Samuel Pereira.

Bazar: Lenita Almeida, Elisângela Salgado e Lucia.

Clinico geral: Dr Renato Cisi, Rosângela Cisi e a enfermeira Priscila.

Crianças: Guilherme Augusto, Thaila Bello, Samara Mello, Felipe Pizzi, Raisa Carreiro, Luciene Pereira

Cozinha: Jorge Marcolino, Carla Borges, Bruno Alves e Glauco Paiva.

Dança: Priscila e Grupo de Dança Blessed

Imagens/reportagens: Jean Haubrich - 99258-5230
                                 Rafael e Saulo Haubrich

Recepção: Pb. Lúcio Reis (Itaipava Cartuchos), Pr Jonas Silva, Wellington Farias, Júlio Costa, Juliana Costa, Flávia Bello, Maria Eduarda, Pablo Bello e Willian Malafaia.

Sala de Oração: Josy Reis, Jéssica Carolo, Regina Rodrigues, Marise e Sílvia Barros.

Dia 28/04 estaremos com esse projeto de Ação Social será: 

CECRIN - Boa Vista
Rua  Henrique João da Cruz 650 – Boa Vista

Fica ligado, caso queira fazer parte de nossa equipe de voluntários em: pediatria, advocacia, ginecologia, oftalmologia, por favor, contate-nos pelo zap 98805-2332

Obrigada a todos os envolvidos e principalmente a Deus que nos deu um dia lindo onde podemos abraçar e ajudar a muitos.

Já estamos arrecadando utensilios, roupas, calçados e etc.. para o Bazar que haverá na Boa Vista com peças até R$ 5,00. Quero ajudar? Onde deixar? 
Na sede da CECRIN
Estrada Uniao e Industria 7.285 (ao lado do Cond. La Villette)

Até a próxima......... Bjks Graça e Paz !!!!