quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Resenha do Livro - A Arte Perdida de fazer Discipulos

 Mais uma resenha feita para a Escola de Mestres da Escola CECRIN


Livro: A arte perdida de fazer Discipulos 

Autor da obra: LeRoy Eims 

Editora: Editora Atos Segunda 

Edição – Setembro de 2002 


No Capítulo 1 precisamos estar cientes de que se não treinarmos obreiros, se não fizermos discípulos, para receber e cuidar de pessoas, muitos membros não serão ajudados nos primeiros estágios do crescimento cristão. O autor fala de pessoas dedicadas, maduras e qualificadas espiritualmente que podem ajudar a resolver alguns dos problemas 'espirituais' que surgem todos os dias na igreja. Pessoas que saibam levar alguém a Cristo, guiando-o passo a passo desde a conversão até a maturidade em Cristo; levando o convertido a uma vida de dedicação, compromisso, frutificação; a um discipulado maduro, e que, por sua vez, repita o mesmo processo com outras pessoas. 

No Capítulo 2 nos mostra sobre o ministério de Jesus que era repleto de milagres, de multidões, de longas horas ensinando o povo, cansaço, conflitos espirituais, de leprosos e cegos que queriam ser curados; de fariseus que tentavam incriminá-lo; de pecadores de ambos os sexos que o amavam, alguns cuidavam de suas necessidades, outros molhavam seus pés com lágrimas, de multidões entusiasmadas que o seguiam; e mais tarde, de uma multidão exigiu sua morte. Uma vida cheia de emoções, oposição e atividade. Também nos mostra que ele tocou milhares de pessoas, mas treinou apenas doze homens. Ele se entregou na cruz em favor de milhões de pessoas, no entanto, durante os três anos e meio de seu ministério, entregou-se totalmente em favor de doze homens. 

No capitulo 4 tem uma frase que falou profundamente comigo e preciso registrá-la aqui, “O povo de Deus não um é balde onde as riquezas de Cristo são depositadas, mas canal de bênçãos, para levar Cristo às nações”. O disicipulado deve atender às necessidades dos não convertidos, dos novos crentes, dos crentes mornos e dos mais comprometidos, para isso precisamos ser motivadas em duas direções, 2 interna que é aquela que leva as pessoas a se comprometerem com o Senhor Jesus Cristo e externa que é aquela que as leva a testemunhar por Jesus Cristo. 

Petrópolis, 12 de Maio de 2022.


Bjkssss... Graça e Paz!!!!

Resenha do Livro: Debaixo de suas Asas

Resenha que fiz para a Escola de Mestres da CECRIN Escola


Livro: Debaixo das suas asas 

Autor da obra: John Bevere 

Editora: Editora Luz as Nações 

Primeira Edição – Outubro de 2016. 


John Bevere no Capitulo 11 nos dá a seguinte frase: “Quando não somos submissos a autoridades delegadas, nós resistimos à autoridade de Deus porque essas pessoas foram nomeadas por Ele!” (Bevere, John. Debaixo das Suas Asas: A Promessa de Proteção Debaixo de Sua Autoridade (Locais do Kindle 2292-2293). EDILAN. Edição do Kindle.), neste trecho do livro ele cita uma experiência espiritual e pessoal que ele teve em um ministério, onde ele percebeu que não estava disposto a obedecer, apenas obedecia. Em Isaias 1:19-20 temos a seguinte orientação: ‘Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão os melhores frutos desta terra; mas, se resistirem e se rebelarem, serão devorados pela espada”. A Palavra é clara quando diz “disposto”, a disposição de obedecer deverá vir antes da obediência para se ter o melhor desta terra. Uma obediência questionadora ou murmurante não levará a pessoa a lugar algum e pode até minar o ministério, fazendo perder a paixão pelo que faz. 

Obediência é ação, submissão é atitude, Deus as vê nitidamente pois ação é o fazer e atitude está no coração. É necessário disposição para uma atitude, submissão, gerar ações de obediência que trarão crescimento. 

No Capitulo 13, lemos: “Por outro lado, nosso julgamento será relativo à nossa submissão, pois autoridade é estabelecida por Deus. Resistir à autoridade delegada por Deus é resistir à autoridade de Deus. Nós não devemos tomar sobre nós a pressão de discernir de antemão se líderes estão certos ou não. Nem mesmo devemos julgar posteriormente. Este não é nosso fardo, mas sim, o de Deus. Somente Ele conhece e pode mudar o coração como Ele bem o quiser.” (Bevere, John. Debaixo das Suas Asas: A Promessa de Proteção Debaixo de Sua Autoridade (Locais do Kindle 2528-2532). EDILAN. Edição do Kindle.) As igrejas hoje estão tendo problemas com algumas vidas que se auto apascentam ou que querem manipular o pastoreamento para que sua vontade seja respeitada ou realizada. Debatem decisões de lideres e formam logo um grupo de concordantes, sem o discernimento de que, quem cobra ou faz juízo a uma liderança, é Deus. Se lideres estão certos ou errados, cabe a Deus julgá-los. O líder sendo santo ou duro de coração, mesmo assim o coração dele estará nas mãos de Deus e mais ninguém. Quando existe a submissão a um líder, existe a submissão a Deus, pois toda autoridade é constituída, levantada com a permissão dEle. 

No capitulo 14, o autor já inicia com a seguinte afirmação: “Um pré-requisito para intimidade com o Senhor é um coração quebrantado. Embora o processo não seja confortável, experimentar a proximidade de Sua presença supera quaisquer dificuldades enfrentados no caminho.” (Bevere, John. Debaixo das Suas Asas: A Promessa de Proteção Debaixo de Sua Autoridade (Locais do Kindle 2742-2744). EDILAN. Edição do Kindle.) Quebrantamento é um processo individual, às vezes demorado, às vezes dolorido, quando se vence uma etapa se depara com outra e a cada nível espiritual que se atingi, é necessário enfrentar outra rodada de quebrantamento. A cada serviço que se executa na igreja, existe o aperfeiçoamento e a pessoa é levada há um novo processo de quebrantamento. Esse processo de quebrantamento lida com a resposta à autoridade e Maxwell nos dá a seguinte passagem bíblica – “Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; ... Escravos, sujeitem-se a seus senhores com todo o respeito, não apenas aos bons e amáveis, mas também aos maus.” 1 Pedro 2:13,18 – Existem, como em qualquer setor da sociedade, lideres bons e amáveis, outros nem tanto, enfim, a realidade é que Deus nos ordena a ser submissos a todos. Quando a palavra acima se refere a “maus” quer dizer: corrupto, perverso, malvado, injusto, prepotente e tirano. Por mais que haja um tratamento errado vindo de uma autoridade sobre nós, precisamos não revidar e sim lidar corretamente com a situação, pois Deus nos molda através desse tipo tratamento, segundo o autor, de três maneiras: 

“Primeiro, deixa lugar para o julgamento justo de Deus. 

Segundo, isso desenvolve em nós o caráter de Cristo. 

Terceiro, nossa submissão a este tratamento glorifica a Deus.” (Bevere, John. Debaixo das Suas Asas: A Promessa de Proteção Debaixo de Sua Autoridade (Locais do Kindle 2793-2795). EDILAN. Edição do Kindle.) Deus irá responder a essas situações e não a pessoa, uma pessoa que se justifica, não tem a humildade de Cristo. 

Não existe na terra alguém que tenha a autoridade de Jesus e ele nos ensinou não se defendendo em seu julgamento perante as autoridades, para poder permanecer sobre o julgamento de Deus, seu Pai, e sob sua proteção. Quando a pessoa não reage a uma autoridade ela se mantem debaixo das mãos protetivas e do julgamento de Deus. Ao contrario disso, quem se defende entra debaixo do julgamento de seus acusadores e com isso perde a intervenção divina, lembrando sempre que Deus é justo e sua justiça é boa, perfeita e agradável. 

Petrópolis, 19 de Abril de 2022


Espero que lhe edifique e esta breve leitura lhe incentive a ler o livro todo, pois é, maravilhoso!

Bjksss... Graça e Paz!!

terça-feira, 6 de setembro de 2022

O Pecado de não fazer NADA!!!! - SOZO

 Olá... mais uma palavra que usei em um culto Sozo pra que você possa ler, se edificar ou usar como base.

Numeros 32:23 - E se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o Senhor; e sabei que o vosso pecado vos há de achar.

De acordo com o texto, os israelitas tinham conquistado a região de Ogue, rei de Basã, e Seom, rei dos amorreus. E as tribos de Ruben e Gade, tendo grande quantidade de gado, pensaram que uma região tão rica em pasto seria perfeita para eles e seus rebanhos, então, eles pediram a Moisés aquela região pra eles, mas Moisés contestou.

Será que se eles pensaram em ficar parados e aproveitar aquela região e deixar que as outras tribos atravessassem o Jordão e lutasse pelas suas terras sem eles?

Se sim, isso era uma ideia muito ruim, porque eles eram egoístas em buscar seu próprio conforto, iriam desencorajar o povo de Deus e isso traria todo tipo de dano, então, Moisés propôs a eles que se quisessem conquistar aquela região só pra eles, deveriam ao menos atravessar o rio com seus irmãos e lutar até que a terra do outro lado do Jordão fosse liberta de seus  habitantes e todo o Israel pudesse ter o território inteiro e cada tribo pudesse possuir sua porção e ele apresenta isso como uma questão de honra e retidão, que eles fossem ajudar na conquista da terra.

* Por que eles queriam receber sua parte sem lutar e deixar as outras tribos sofrerem o perigo da guerra?

A ordem de Deus era todos eles irem expulsar os cananeus. Como eles poderiam negligenciar essa ordem?

Eles teriam que ir para a guerra e com essa condição poderiam ter as campinas de Basã, mas não de outra forma, isto era justo, eles aceitaram a proposta e Moisés, para selar o acordo, disse as palavras do texto, que se eles não guardassem sua promessa e dessem tudo para ajudar seus irmãos, eles teriam pecado contra Deus e deveriam ter certeza de que esse pecado iria achá-los.

Moisés foi muito sabio, porque o pedido poderia dividir a nação. É bom ter um líder sábio mas qual era este pecado? Qual seria a consequência desse pecado?

Não é sobre algo que os homens fazem, mas é sobre algo que os homens deixam de fazer. A iniquidade de “fazer nada” é um pecado não tão falado quanto deveria ser. O pecado da omissão está nessa advertência – “Porém, se não fizerdes assim...”.

Não é como o pecado dos egípcios e filisteus, mas o pecado da nação escolhida por Deus e, esse texto é para gente, cristãos e membros de igreja,  “sabei que o vosso pecado vos há de achar”.

 ·        Então qual é este pecado?

1º o pecado “fazer nada” ou comodismo - Na cabeça deles passou o seguinte....“Nós temos gado: aqui está uma terra que possui pasto; deixe-nos tê-la para nosso gado e nós construiremos apriscos para nossas ovelhas com as abundantes pedras que existem aqui, e nós iremos reconstruir essas cidades dos amorreus, e iremos habitá-las. Elas estão quase prontas para nós, e lá nossos pequenos devem habitar confortavelmente. Nós não nos importamos com batalhas: já vimos o bastante disto nas guerras contra Seom e Ogue. Ruben prefere permanecer nos currais. Gade tem mais deleite nas ovelhas e cordeiros do que ir adiante para batalhar”.

Alguns de nós também somos indispostos para os esforços e apaixonados pela facilidade..... “Graças a Deus estamos salvos, passamos da morte para a vida, fomos lavados no sangue de Jesus, estamos seguros”, estamos...Salvo, sentado e satisfeito

Nossa carne quer facilidades ...sombra e agua fresca.

Comodismo espiritual ou carnal é um mal monstruoso, mesmo assim o vemos por todo lugar, ganhar almas está em segundo plano, quantas pessoas a nossa volta ainda não conhecem Jesus.

Venha a nós o teu reino e no reino de Deus não é compatível, se entregar e se sentir satisfeito de não fazer nada! O Espirito Santo se move em cada um de nós e alguns não trabalham nem para viver nem por viver, nos campos do Senhor eles não aram nem colhem, por isso a ceara é grande e os trabalhadores são poucos. Este é o pecado indicado pelo texto – “Se vocês não forem adiante às batalhas do Senhor, e contender pelo Senhor Deus e por Seu povo, você peca contra o Senhor: e saiba que o seu pecado os achará”.

O pecado de não fazer nada envolve a maioria dos outros! O pecado de “fazer nada” é uma autoidolatria, pra mim está bom !

2ª egoísmo e falta de empatia - Gade e Ruben pediram para adiantar sua herança para ficarem confortáveis em Basã. E as outras tribos? Eles não se importavam, é evidente que Basã é adequado para eles com sua multidão de gado, sim.

Cada um de nós ou somos exemplo para um irmão, ou somos destruidores dele! Assassinato de almas pode ser realizado sem nenhum ato ou vontade,  e é constantemente realizado por negligência! Quantas pessoas conhecemos que ainda não conhecem a Jesus e temos acesso a elas através de nosso testemunho comportamental

* Será que essa palavra recai sobre nós hoje, será q estamos sendo inconscientemente egoístas e nos fechamos dentro de igreja como nos fechamos em clubes ou na pior das hipóteses,  em panelinhas? 

* E quem está ao nosso redor, tem visto Cristo em nós?

3º  ingratidão - eles iriam se apropriar das terras pelas quais os israelitas tinham lutado, e, agora, esses homens queriam tomar posse daquilo pelo que os outros também tinham batalhado, isto é ingratidão e temo que seja muito comum nos dia de hoje.

Como nos convertemos a Cristo? Alguém foi usado pelo Espirito Santo pra que a gente chegasse até aqui, os apóstolos cumpriram o IDE de forma dolorosa  para que pudessem manter a Palavra de Deus viva.

Alguns de nós viemos a Cristo através de homens que pregaram pelas estradas e esquinas pra que o evangelho chegasse a nos hoje, ou através de orações de pessoas que choraram por uma geração vindoura, ou através do fiel ministério de algum pregador, ou por ensinamentos ou testemunho de alguem. Deus é nosso Pai, e a Igreja nossa mãe é através de suas variadas ações que nascemos para Deus. Será que reconhecemos todo esse caminho e não somos gratos? Será que recebemos tudo e então não damos nada em gratidão, isto é, desperdiçamos nossas vidas por muito receber e pouco distribuir? Isso não é vida, mas morte!

Será que não estamos repartindo o pão da vida com o faminto, ou entregando um copo de água viva para o sedento?

Será que estamos sendo um reservatório estagnado de bençãos, no qual correntes de misericórdia nunca saem de nós, porque a gente só absorve?

Estamos simbolizando o Mar Morto, uma piscina de agua salgada, matando o que está em volta, ou somos uma corrente de agua da vida, recebendo de Deus e devolvendo em fruto pro reino dele, seja tempo, disponibilidade, talento, oração ou alguma outra coisa!

O texto, quando interpretado espiritualmente, diz a respeito de nosso serviço pessoal na conquista do mundo pra Cristo.

4ª falsidade - Essas pessoas se comprometeram que iriam adiante com as outras tribos e que eles não iriam retornar para suas casas até que toda a campanha estivesse terminada. Agora, se eles não fossem para a guerra e não lutassem até o fim, então eles teriam mentido! É miserável para alguém ser um quebrador de promessas. É miserável para qualquer um mentir, não somente para pessoas, mas principalmente para Deus!

* Logo, se a gente só vive para ganhar dinheiro, e não faz nada para a Igreja de Deus e para vidas, não é o nosso batismo uma mentira?

Não podemos ser enganadores, falsos cristãos e nem um mero obstáculo, que é aquele que não contribui, nem ora, nem trabalha, nem clama por almas, nem tem parte nenhuma no serviço cristão – e mesmo assim,  participa de todos os privilégios da Igreja!

* Qual é a nossa função como filhos e participantes da mesa?

Será que a vida cristã é resumida em sentar na igreja, ouvir e algumas vezes dormir durante a palavra.

* Que tipo de união com a Igreja é essa?

* Aproveitar o reino sem esforço para propagar a salvação em Cristo, isso é cumprir o IDE?

Se eu tenho um talento e não uso para Deus, ou dinheiro e não sou fiel e grato, ou tempo e não uso para propósitos santos, meu pecado de inercia me achará. Talento enterrado, enferrujará.

* Declaramos louvores pra Deus ou só cantarolamos?

Moisés viu que o pedido deles seria um grande prejuízo aos outros. “Porém, Moisés disse aos filhos de Gade e aos filhos de Ruben: Irão vossos irmãos à guerra, e ficareis vós aqui?”.

Que exemplo eles dariam? Pra gente está bom vocês que lutem! Se uma vida que se diz “crente em casa” tem direito de nunca ir a uma Igreja, então todos os outros cristãos estariam certos em fazer o mesmo – e então não existiria Igreja de Cristo visível?

Um ocioso é um grande desperdiçador e faz com que os outros se desperdicem

É uma pena que alguns de nós congelem outros. As vezes você pode pensar....“ não tenho tanta influência assim na igreja ou na vida das pessoas”. Nem influência sobre sua familia?

Sua influência pode se espalhar além do que você imagina. Nós não podemos calcular o alcance de nossa influência moral – é imensurável! Quer façamos ou não, o que fazemos ou deixamos de fazer terá influência sobre todos que nos rodeiam – talvez para toda a eternidade.

Que tipo de exemplo nós damos hoje? Se alguém tivesse que nos emitar estaria fazendo o que nos últimos 7 dias?

Moisés continua e declara que se essas pessoas não fossem para a guerra, eles desencorajariam todo o resto. “Por que, pois, desanimais o coração dos filhos de Israel, para que não passem à terra que o SENHOR lhes deu?”.

* O pecado de desencorajar o zelo pelo reino e a perseverança em outros é algo muito sério, já tem quem faça porque eu vou fazer ou ninguém faz porque eu vou fazer?

Quantas vezes uma conversa já desanimou você?

Não deixe que seja assim. Mesmo sem palavras frias, nossa negligência se torna congelante; se não estamos servindo o Senhor nosso Deus, estamos cometendo o pecado de desencorajar nossos companheiros. É mais provável que eles imitem nossa letargia do que nossa energia, infelizmente, aprender o errado é mais fácil do que o certo!

* QUAL ERA O PRINCIPAL PECADO NESTE PECADO?

Recusar a ajudar aos seus irmãos seria desobediência ao Senhor! Não foi Ele que mandou todo Israel expulsar os cananeus? É desobediência contra o Senhor não estar pregando Sua Verdade se nós somos capazes disso. Não falou o nosso Senhor “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”? Esse comando não foi restrito para aquela dúzia ou alguns, mas é para todo o Seu povo, desde que tenham a oportunidade e habilidade. Nós que ouvimos o Evangelho podemos proclamá-lo, pois está escrito “Aquele que ouve, diga: Vem!”. O ouvinte do Evangelho se torna multiplicador dele! Nós somos chamados para, desde que conheçamos o Senhor, a falar para os outros o que o Senhor nos disse – e se não o fizermos – nós somos culpados de desobediência contra uma ordem evangelística.

Nós somos culpados de ingratidão, ao devermos tanto a outros homens, ainda não buscamos abençoar a humanidade. Mas principalmente devemos tudo a Graça de Deus e, se Deus nos deu Graça nos nossos corações e nos salvou com o precioso sangue do Unigênito, como podemos nós sentar parados e permitir que os outros pereçam?

Assim como nós valorizamos salvação, nos alegramos de estar no Reino de Deus, então, vamos permitir que o espirito santo seja visto e fale através de nós.

Seria um pecado contra Deus a conduta deles não ajudarem na conquista de Canaã, pois eles estariam dividindo Israel, eles saíram do Egito juntos; todos marcharam através do deserto juntos e agora Ele quer que eles lutem Suas batalhas juntos. Seria certo eles pegarem sua herança e viver entre currais de ovelhas e deixar as outras dez tribos e meia enfrentar a guerra sozinha? Isso seria uma divisão na família de Deus!

Será que alguns de nós estamos dividindo a Igreja de Deus, ou seja, entre quem faz e quem não faz? Pensem nisso. Não sejamos semeadores de divisão!

Se você não está servindo ao Senhor, você está pecando contra seu Pai que o chamou para fazer o bem e ser imitador Dele como filhos, peca contra o Filho de Deus que o comprou por alto preço para que você fosse zeloso por Sua Glória, peca contra o Espírito Santo de quem os impulsos não são o dormir e a ociosidade, mas ser vivificadores da palavra. Que nós não pequemos mais contra o Senhor ao recusar fazer Sua vontade!

* QUAL É O RESULTADO DESSE PECADO DE NÃO FAZER NADA?

Eles iriam acordar e dizer “Estávamos errados. Nós tínhamos que ter feito nossa parte naquela guerra” – ficariam atormentados, pois haviam falhado com o seu dever na hora da necessidade, se sentiriam inquietos, se culpariam “Errei, deveria ter ido com Josué atrás daqueles cananeus. Eu recebi minha porção de terra e devia, ter ido ajudar os outros a ganharem suas porções”.

Jesus diz “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim” – servir é uma forma de aprendermos de Cristo. O único caminho para aprender a nadar e entrando na água. A melhor forma de aprender é o exercício de ensinar.

O pecado deles os encontraria, tendo eles caído nele, eles seriam divididos das outras tribos de Israel. Se eles não tivessem cruzado o Jordão para lutar, as dez tribos e meia poderiam dizer “O que temos com vocês? O Jordão corre entre nós e não queremos nenhuma conexão com aqueles que nos viraram as costas na nossa hora de necessidade”.

Pessoas ativas são felizes, a mão dos ativos faz riqueza em um sentido espiritual. Existe aquele que retém mais do que é justo e isso tende à pobreza – e estou certo de que isso também é em um sentido espiritual.

Nós precisamos viver testemunhando Cristo em nós para pôr abaixo a intemperança e aquele que não faz assim pode ter certeza que seu pecado o achará!

É melhor que essa advertência nos ache do que o nosso pecado nos encontre! Se a gente ficar doente, nossa fé em Cristo nos trará enorme conforto, e nós não precisaremos falar  “Ó, se tivesse servido o Senhor quando eu era jovem!”.

Deus o ajude a fugir do pecado de não fazer nada! Que o próprio Senhor Jesus Cristo o desperte pra sua convergência em, seu reino


Palavra baseada no Sermão C.H. Spurgeon (05/08/1886) - No Tabernáculo Metropolitano, em Newington.

Tema: O Grande Pecado de Não Fazer Nada 

Bjksss...Graça e Paz!!